Movimento Literário Imparcialismo

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Diário
15/02/2010 11h34
Lançamento Oficial do Movimento Literário O Imparcialismo
Comecei a escrever o Imparcialismo a um ano e pouco, meu próposito desde quando comecei não mudou muito, em alguns pontos as idéias iniciais permaceram.
Comecei a vê-lo no curso de letras, porém o Imparcialismo não marca o início de minha escrita, escrevo a quase vinte anos. O Imparcialismo é na verdade resultado desses anos de escrita. No dia treze de novembro, dia do nascimento de minha filha, eu já havia estruturado o imparcialismo a maneira que está agora.
Ontem dia 14 de fevereiro de 2010 publiquei o Manifesto Imparcialista, o seu contexto literário, suas caracteristicas e sua temática.
O respeito ao ser humano, sua dignidade, sua consciência, sua própria condição de humano e a leitura de sua realidade exterior e interior, é a maior ambição de O Imparcialismo. 
 O objetivo dessas publicações é tornar público essa nova possibilidade no campo das artes e da literatura. Fica em mim o desejo de que esse estudo seja muito bem aproveitado por todos os amantes da Arte.

convido a todos os Amantes da Literatura e das artes em geral a conhecer  O Imparcialismo.

J.Nunez

Publicado por José Nunez em 15/02/2010 às 11h34
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17/01/2010 22h26
Com Você eu Aprendi...

Com você descobri muito mais de mim mesmo,
Com você eu aprendi não só a sorrir,
Mas também a chorar e sofrer por amor.
Com você aprendi que o sacrifício e a lágrima
Fortalecem a alma e madurecem o espírito.
Foi te conhecendo que descobri
O quanto você é melhor do que eu,
O quanto sou exigente com os outros
E o quanto eu cobro de mim mesmo.
Com você aprendi a esquecer o mal
Que outras pessoas me causaram
E a lembrar o bem que elas se dispuserem a fazer por mim.
Com você aprendi a dar um sorriso a quem precisa
E uma palavra de apoio e gratidão nos momentos difíceis.
Com você eu aprendi a pedir a Deus
Coragem nós momento que tive medo,
E agradecer a ele o fruto do meu trabalho.
Com você eu aprendi que os amigos torcem pelo nosso sucesso
E que aquele que chamamos de inimigo,
Cabe ele o papel de nos fazer melhores.
Com você eu aprendi a respeitar as opiniões contrarias,
Porque as nossas verdades são etapas do caminho.
Com você eu aprendi que o tempo, que nem se quer existe,
Escorre e apaga todas as nossas diferenças.
Com você aprendi que o que tenho chamado de minha cruz
E na verdade a vida sendo vivida com todo o seu realismo
Capaz de fazer nos melhores feito pedras polidas.
Com você eu aprendi que o reconhecer meus erros
É o caminho mais curto para a perfeição.
Com você eu aprendi que o Amor
É a única religião na qual todos nos pertencemos
E que a morte que chega inevitavelmente,
É de fato a única idéia da qual ninguém discorda.  
Com você eu aprendi que o perdão
É um bem que se faz a si mesmo e ao próximo.
Com você eu aprendi que o arrependimento
Vem de nossa alma que almeja a perfeição.
Com você eu aprendi que a vida são dois caminhos,
Um é o que eu mesmo faço,
O outro é aquele que a vida nos leva.
Com você aprendi que no homem e na mulher
A espaço mais que suficiente
Para o adulto e a para a criança em nós.
Com você eu aprendi a confessar meus erros,
A dizer que tenho medo e alcançar uma mão estendida. 
Com você eu aprendi uma canção alegre,
Uma lição de vida, o peso das palavras
E uma historia para contar.
 
 Francisco Medeiros
J.Nunez

Publicado por José Nunez em 17/01/2010 às 22h26
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08/01/2010 15h06
Me curo com meu próprio veneno, sou o antídoto de mim, e naturalmente triste.
Sou invertido igual a minha imagem física refletida no espelho.
Aprecio o inverso do que sou, atuando.
Também posso ser a imagem inversa
Projetada por um ideal de perfeição.
Quero ser elegante, quais os critérios que são adotados para dizer que alguém é elegante, deve existir um padrão de elegância!
Não, não quero a elegância padronizada, quero ser elegante a meu modo, sem etiquetas.
Será que é deselegante Ter tantos "ticks", quero ser elegante mais com a naturalidade como que os gatos são elegantes.
Calo-me diante de pessoas que apenas me ouvem, pois acho elegante ouvir calado, e além do que, quem ouve é invulnerável, tem o domínio das situações; quanto mais um réu fala, mais se contradiz e se complica. Gostaria de estar na posição de quem me ouve calado, fico envergonhado por falar tão desenfreadamente, isso é tão deselegante...e me deixa vulnerável, ridículo, superficial uma presa da percepção da pessoa que me ouve calada.
Se bem que meu sorriso e minhas palavras são necessidade de autocura, diria que me curo com meu próprio veneno, sou o antídoto de mim, e naturalmente triste. 
 
                             

Publicado por José Nunez em 08/01/2010 às 15h06
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06/01/2010 09h54
Sou o pugilista de guarda aberta
Livre como quem contempla a paisagem despreocupadamente...,quero um poema, sou o pugilista de guarda aberta, desarmado de meu espirito crítico e franco, e minha franqueza é um soco de esquerda que derruba, mais hoje não quero briga, estou fraco, quero apenas contemplar a paisagem sem compromisso.
Quero beijar-te dizer que te amo e isso é o bastante para hoje, nada de promessas, nada de compromisso.
Que tal escorrermos por este dia, naturalmente e nítido e quem sabe desaguar na vida e continuar natural e nítido.
A palavra de ordem hoje é, Beijar-te, beijar-te feito adolescente, que beija sem compromisso e cheio de sonho, delírio e alegria de descobrir o amor.
A palavra de ordem hoje é, ser criança e brincar de ser, e ser por fim apenas criança.
Hoje é dia de folga para meu espírito pugilista.
Contemplo á alma humana, especialmente quando refletida nos olhos, no sorriso e num gesto raro e nobre, contemplo o teu sorriso como contemplo um quatro que enfeita a parede, e quem vê a parede!?... Quando contempla uma paisagem!
Sou eternamente grato a um gesto de compaixão, a um beija-flor, a um pássaro, a uma criança, as  flores de Ipê que desabrocham no inverno, a um sorriso sincero de um amigo, sou eternamente grato a tudo que é natural nítido belo e bom.
Contemplo as virtudes e me dissolvo, como quem contempla um quatro na parede, e fica esquadrinhado entre a moldura. 

Publicado por José Nunez em 06/01/2010 às 09h54
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20/12/2009 12h24
Das vezes que fui ao chão
Não sei se acostumei a cair depois de tantos tombos, ou se me tornei um forte, de todo modo, são as conseqüências das vezes que fui ao chão.
Talvez eu tenha me tornado tão prático na vida, que não tenho mais tempo para as desilusões, ou talvez eu tenha aprendi que o fracasso é apenas um estado mental, após um fracasso, e como todo estado mental pode ser mudado com outro estado mental positivo voluntário e consciente, sentir se derrotado muitas vezes é questão de escolha, todas as minhas armas contra mim mesmo são: o pensamento positivo e a imaginação voluntária.
Talvez não seja nada disso, talvez isso seja meu desprezo...pelo fracasso, ou talvez seja meu cinismo com o mundo.
 
 

Publicado por José Nunez em 20/12/2009 às 12h24
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Página atualizada em 19.03.10 11:00